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  • Eu sou sem assunto não converso muito

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    @Marcelo
    Olá!

    Muitas vezes emitimos comportamentos sem nos questionar o motivo de faze-los, e acabamos percebendo que pode ser um comportamento bom ou não, quando algo acontece que nos gera um incomodo.

    Existem diferenças entre não conseguir manter uma conversa e entre não iniciar assuntos, ambos podem envolver diversas questões, como: vergonha, timidez, ansiedade, medos, inseguranças, necessidade de validação do outro ou não saber como fazer.

    Como também você pode ter o perfil mais introspectivo, observador e preferir ouvir ao invés de interagir com conteúdos. Porém, dependendo do ambiente/situação, tal comportamento pode não fazer sentido ou ser benéfico.

    Pensando nesse sentido, sugiro que você procure um profissional da psicologia para compreender se pode ser uma questão de habilidades sociais (você não desenvolveu essa habilidade e pode aprender agora) ou possa existir outros fatores por trás desse comportamento, que estejam gerando dificuldades .

    Em seguida, invista em atividades que possam te ajudar nessa questão, como aulas de teatro, sair com mais frequência, fazer novas amizades e até mesmo estudar sobre assuntos para arriscar a puxar uma conversa.

    Observar o ambiente e as pessoas com quem você convive, será importante. Pois, precisamos saber do mínimo sobre os ambientes para termos segurança para iniciar ou manter uma conversa.

  • Problemas com meus pais idosos me ajudem

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    @Roselima
    Olá!

    Apresentar sintomas de demência requer cuidados redobrados, pois, pode gerar declínio cognitivo, alterações no humor, nos comportamentos e na funcionalidade do individuo.

    Será necessário uma avaliação médica para a confirmação do quadro ou a analise de outras possíveis hipóteses, uma vez que os sintomas podem ser característicos de outros quadros.

    Sugiro que vocês como filhos, observem e anotem os sintomas diariamente e entrem em contato com um médico clinico/psiquiátrico ou neuropsicólogos para receber orientações e posteriormente, saber como prosseguir.

    Na primeira consulta/conversa com o profissional os idosos não precisam estar presente.

    Como segunda opção sugiro os cuidados domiciliar, onde os profissionais que vão até o ambiente do paciente para os cuidados necessários, sem tira-los do seu conforto ou tentar a modalidade online.

    Será necessário testar formas de cuidados, para eles se sentirem seguros e adeptos, será um processo.

    Em seguida, seria interessante psicoeducar (ensinar) os idosos sobre a importância dos cuidados profissionais em geral, independente do possível quadro que possa existir.

    Saber que estão apresentando sintomas diferentes pode estar gerar medo, ansiedade, resistência e angustias neles.

    Apresente a ideia de forma didática, focando nos benefícios e passando segurança para eles. Importante estarem atentos e evitar de deixa-los sozinhos.

    Além de vocês filhos procurarem ajuda emocional para lidar com o momento, as angustias e os sofrimentos de vocês, pois, também pode influenciar no comportamento deles.

  • Sempre sou a errada?

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    @andreia-costa
    Olá!

    Relacionamentos funcionam como uma via de mão dupla, ambos precisam estar alinhados na comunicação, desejos e objetivos sobre a relação.

    Quando ocorre algum desequilíbrio nesse alinhamento, pode gerar muitos problemas desagradáveis ao casal.

    Você apresentou não ter certeza das “acusações” dele sobre você. Seria interessante, fazer uma relação das falas com a realidade para saber o que de fato está acontecendo e até mesmo identificar comportamentos de ambos que possam estar gerando angústias e desentendimentos.

    Sobre você não conseguir desvincular dessa relação, é extremamente importante compreender se em algum nível você não possui uma dependência nessa pessoa.

    Seja em nível emocional, patrimonial, financeiro e entre outros.

    Pensando no seu cuidado, deixo como sugestão você entrar em contato com um profissional da psicologia para analisar melhor e mais a fundo sua situação.

    Sozinha, você poderá ter dificuldades para compreender a situação como um todo e saber se essa relação tem sido positiva ou negativa para o seu momento de vida.

  • Me sinto frustrada e confusa

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    @esthefany
    Olá!

    Percebo em seu relato comportamentos dele, que talvez estejam alimentando algo em você.

    A convivência, a troca, a aproximação vão nutrir o seu sentimento, mas nada garante que seja recíproco da parte dele.

    Quando o sentimento está em grande intensidade, existe a chance de potencialização dos pensamentos, percepções e sensações sobre a pessoa ou a situação.

    Você não tem o poder de mudar a situação, escolhas e os comportamentos dele e esse ponto pode estar gerando angústia e sofrimento em você também.

    Não escolhemos ou decidimos o que sentir, mas podemos administrar o sentimento da melhor forma para não gerar algo negativo.

    Seria interessante, você observar e refletir se faz sentido você dar abertura para o crescimento desse sentimento…

    Compreender se é o melhor (mesmo você querendo muito) manter contato, estar próxima ou algo do tipo.

    Todos esses pontos e outros podem ser considerados estímulos e enquanto você estiver em contato com os estímulos, mais repostas emocionais você vai ter.

    Sugiro que você reflita sobre as prioridades que sejam positivas para você, que te façam bem dentro da sua realidade.

    Além de iniciar um processo terapêutico, com um profissional da abordagem Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) ao qual irá te auxiliar nesse momento de angústia e sofrimento.

  • Sufocada

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    @Jade
    Olá!

    Muitas vezes não sabemos se nos colocamos ou se fomos colocadas em determinadas situações... Podendo gerar confusões de sentimentos, emoções negativas e uma sobrecarga psíquica intensa.

    Em seu relato, percebo que não há limites entre os conteúdos que são seus e o que podem ser da sua mãe.

    O que é extremamente perigoso, pois ao mesmo tempo que ela pode ter criado uma dependência emocional em você, você também pode ter nela.

    Pensando nesse sentido, são grandes as chances de você ter sensações de culpa, desgastes e angustias que podem complicar o entendimento de quando é necessário a imposição de limites de espaços uma da outra.

    Seria interessante uma reflexão sobre as falas dela e relacionar com a realidade...

    Exemplo: Ela te chamou de egoísta, mas os seus comportamentos e intenções mostram que você não é egoísta, só está exausta.

    Quando você compreende a fala/pensamento vs. realidade, se torna visível o que pode ser conteúdo dela e o que pode ser conteúdo seu.

    Porém, será necessário identificar no dia a dia quais mudanças precisam ocorrer, para que amenize toda a angustia.

    Sugiro que você comece uma analise terapêutica, para compreender os comportamentos disfuncionais que ambas podem estar emitindo.

    Sozinha, talvez você não conseguirá...

    Pois, a questão de ser sua mãe pode pesar em alguns pensamentos e decisões que você precise tomar.

  • Tristeza

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    @alearoria1
    Olá!

    Receber comentários, falas e julgamentos maldosos de outras pessoas nos coloca em um lugar desconfortável e de sofrimento.

    Na maioria das vezes, acreditamos no que é falado/expressado a nosso respeito e não relacionamos com a realidade.

    O outro emite aquilo que ele possui, não temos o poder de controlar isso. Mas, temos o controle de definir o que vamos receber e levar para as nossas vidas.

    O seu jeito, perfil e aparência diz respeito somente a você. O outro, não sabe da sua realidade, qualidades e vivências e por esse motivo é importante filtrar alguns conteúdos.

    Quais conteúdos realmente são seus e quais são dos outros?

    Tudo bem hoje você não se sentir bem, você ter dificuldades em se aceitar ou não estar na melhor fase emocional.

    Você recebeu aquilo que te trouxeram e pensando nesse sentido, sugiro que você inicie um processo terapêutico e comece a filtrar o que vale a pena receber e levar com você.

    Talvez, o outro e o ambiente você não conseguirá mudar, mas aprender a lidar com as situações por outras perspectivas e não permitir receber qualquer demanda é essencial para a saúde mental e bem-estar.

  • Tristeza e solidão

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    @suely
    Olá!

    O rompimento de um relacionamento, pode ser considerado como uma fase de luto e dentro dessa fase existem varias subfases.

    Ao perdermos o convívio com a pessoa que tínhamos o habito de ter uma troca, podemos estar perdendo outras coisas, como toda a significância e sentimento que atribuímos a ela e isso gera algumas consequências em nós mesmos.

    Vejo em seu relato, que você está em processo de adaptações em ambientes que talvez você não esteja identificando como seus. Como a casa, o trabalho e a rotina dos seus filhos e não os seus desejos, suas vontades ou seus objetivos.

    Estar nesse momento de vida, pode gerar insegurança, medo, tristeza, confusões de pensamentos e sentimentos, fazendo com que você fique confusa, frustrada, podendo perder sua própria identidade e essência.

    Pensando nesse sentido, sugiro que você busque por acompanhamento terapêutico para a compreensão do seu momento de vida e os efeitos que podem estar surtindo em você.

    A forma que lidamos com as situações, podem influenciar muito no nosso humor, nossos sentimentos e pensamentos.

    Consequentemente, tendemos a apresentar alguns sintomas disfuncionais e desconfortáveis, que podem levar a um sofrimento. Como a sensação de não se reconhecer, não ser pertencente ao mundo e não ver sentido nas coisas da vida.

    Por este motivo, o auxilio profissional irá te ajudar na compreensão do seu contexto de vida, na desconstrução de pensamentos que talvez não estejam condizente com a realidade e desenvolverá formas para você lidar com essas situações.

    Será um processo que precisará de tempo, disposição e talvez sozinha você não conseguira se reorganizar.

    Na plataforma Fepo, oferecemos diversos tipos de ajuda... Estamos a disposição para auxilia-la.

  • 3 Posts
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    @Terapeuta-da-Fepo Obrigada por me ajudar, pelas sugestões e pela informação de qual profissional buscar pra me tirar essa questão da cabeça. Acho que preciso mesmo refletir sobre essa minha necessidade de ser sempre produtiva. Obrigada.

  • Socorro 😞

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    @Rita-Mendes
    Olá!

    Ao acessar o site FEPO no Google, você tem acesso a todas as formas de contato com os profissionais.

    Temos as oportunidades de Apoio emocional, acolhimento e acompanhamento terapêutico.

    Você poderá acessar o perfil do profissional e agendar uma sessão com algum desses profissionais.

    Caso encontre alguma dificuldade, no próprio site tem o número de WhatsApp para a equipe Fepo te auxiliar da melhor forma.

  • Tristeza profunda

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    @Rita-Mendes
    Olá!

    A vontade de “querer morrer” pode ser a forma que você encontrou para não sentir sensações ruins.

    Porém, por conta da sobrecarga psíquica, o desespero e a angústia corremos o risco de ter vontades e fazer escolhas que talvez no momento não serão saudáveis.

    Existem outras alternativas para a resolução dos problemas e você pode entrar em contato com a plataforma Fepo para recorrer a ajuda mais adequada e profunda.

    Caso tenha dificuldades, ligue no Centro de Valorização da Vida, para conversar e receber orientações, número: 188.

  • Fibromialgia e depressão

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    @Rita-Mendes
    Olá!

    Você relatou comportamentos de isolamento, baixa energia e dificuldades em relações… Todos esses pontos podem estar interligados e afetando todas as áreas da sua vida.

    Pensando no início de um cuidado com você, seria interessante você iniciar um processo terapêutico para um cuidado mais aprofundado.

    Sendo necessário o entendimento do seu dia a dia, do seu contexto de vida atual, resgatar algumas coisas que podem ter acontecido…

    Será necessário uma análise completa e bem detalhada para o melhor cuidado possível.

    Na plataforma Fepo, você encontra profissionais que atuam de forma online e com fácil acesso para iniciar um acompanhamento.

  • 2 Posts
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    @gaby
    Olá!

    Em seu relato percebo uma angustia sobre o que o outro está pensando/falando/observando sobre você, é algo que não temos o poder de controlar.

    As pessoas ao nosso redor, possuindo ou não proximidade conosco, elas podem falar, observar e pensar coisas a nosso respeito sem saber da nossa realidade.

    Em um segundo momento, você trouxe incômodos na forma de convivência com o seu atual marido... Tudo bem você gostar ou amar ele, mas, a partir do momento que algo te incomoda é importante avaliar se vale a pena prosseguir com aquilo fazendo parte da sua vida.

    Não aceitar incômodos, pensar em estratégias de mudanças diárias, conversar sobre como você se sente, solicitar certos tipos de mudanças comportamentais dele... São formas de como você poderia lidar com a situação.

    O importante, é validar o que você sente de incômodo, de ruim, que gera angustia... O sentimento bom, você reconhece e valida, mas e aquilo que trás algum tipo de sofrimento? Não podemos ignorar.

    Sugiro que você:

    Procure por acompanhamento terapêutico, para avaliar melhor a situação. Valide os seus sentimentos bons e ruins, para compreender a origem deles. Reflita sobre o que está ao seu alcance para resolver.

    Em seguida, você conseguirá observar o que é saudável ou não permanecer em sua vida, e o que vale ou não demandar energia.

  • Separação

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    @juliana
    Olá!

    Romper um relacionamento sem compreender o motivo, pode gerar muita angustia em você.. Por estar tudo bem recente, talvez você tenha a percepção dos seus sentimentos de uma forma intensificada, por estar tentando compreender e aceitar o que vem acontecendo.

    Não temos o poder de controlar os pensamentos e os comportamentos do outro, por este motivo, muitas vezes sentimos sensações negativas e incapacidade por não poder e nem conseguir resolver a situação... Além de tentar lidar e respeitar o espaço e as escolhas do outro.

    Sugiro que você estabeleça uma rede de apoio, procure conversar com familiares, amigos ou com alguém que você tenha confiança para expor os seus sentimentos e não ficar remoendo dentro de você.

    Quando verbalizamos podemos compreender de outras formas ou até mesmo trocar experiências com uma pessoa que já passou pela mesma situação.

    Em seguida, procure por ajuda profissional na saúde mental, para uma acompanhamento a longo prazo. Nas sessões, você poderá desabafar, analisar a situação e desenvolver formas de lidar com suas emoções.

    Organizando os seus pensamentos, sentimentos e aprendendo novos comportamentos você conseguirá lidar melhor com o que vem acontecendo.

  • Tristeza, ansiedade

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    @Rodrigues
    Olá!

    Percebo em seu relato uma pessoa sobrecarregada, angustiada, que possui muitas responsabilidades e precisa de acolhimento e um momento de cuidados.

    Estar disposta a ajudar e cuidar dos outros, pode fazer com que você se sinta útil em muitos momentos, mas, pode ter o efeito contrário quando o apoio e o cuidado se tornam obrigações.

    Não ter o mesmo retorno das pessoas, pode dizer muito sobre a sua expectativa sobre o outro... Quando criamos muita expectativas, as chances de nos frustrarmos são gigantes, por não termos o controle sobre o que o outro faz ou pensa.

    Pensando em uma linha de cuidado, sugiro que você comece um acompanhamento terapêutico para cuidar de VOCÊ!

    Um momento seu, um espaço seu, pensando no seu bem-estar biopsicossocial. Consequentemente, você verá mudanças em outros aspectos e áreas da vida.

    Quando estamos na posição de apoiar outras pessoas, também tendemos a não encontrar ou até mesmo não aceitar o apoio que nos oferecem, por achar que vamos dar conta de tudo!

    O seu corpo está te dando sinais, cuide dos sintomas... Por agora, você pode não estar encontrando energias, mas na plataforma Fepo, temos acompanhamentos de fácil acesso e com valores acessíveis.

    Lembre-se: O importante é começar!

  • Poronografia e masturbação

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    @andre
    Olá!

    Quando estamos falando da falta de controle sobre um comportamento, dependendo da frequência, podemos caracteriza-lo como vicio, que são ciclos repetitivos e podem trazer prazeres e bem-estar momentâneos... Mas, posterior aos atos, pode gerar angústias e outras consequências.

    Seria importante, compreender de fato o que seria "recair" e quais significados os atos possuem para você, em que momento iniciou e por quais motivos ele se estabeleceu, para depois pensar em estratégias para lidar com a situação.

    A princípio, tirar o foco dos pensamentos e desejos pode te auxiliar nos momentos de recaídas...

    Quando perceber que os pensamentos estão te induzindo aos atos, procure desviar o foco para outras situações, como a pratica de atividades físicas, realização de atividades que você goste (ler, ouvir musica, jogar, caminhar, andar de bicicleta e etc).

    Tire o poder do pensamento.

    Também será de extrema importância, encontrar e eliminar estímulos que possam te acionar sensações e serem gatilhos para a pratica dos atos.

    Sozinho, talvez, se torne mais difícil e exaustivo. Por este motivo, deixo como sugestão iniciar um processo terapêutico para identificar, compreender e desenvolver estratégias em como lidar com a situação.

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    @Suelen
    Olá!

    Em seu relato podemos observar pontos de violência em diversos sentidos e durantes muito tempo de sua trajetória de vida.

    Compreendemos o seu desejo de tirar a própria vida para resolver todos esses pontos, porém não é a alternativa mais saudável! Suportar tamanha violência e sofrimento, pode ter gerado uma visão de mundo totalmente negativa, pois você só presenciou negatividade...

    Mas, temos alguns caminhos e visões para resolver o que está acontecendo.

    A princípio, o mais importante seria você estabelecer uma rede de apoio vinda do CRAS (órgão publico) mais próximo de você, onde poderá encontrar a ajuda multiprofissional com psicólogos, assistente social e outros serviços.

    Caso o município em que você reside não ofereça este apoio ou esteja sobrecarregado, procure pela unidade no município vizinho presencialmente ou por telefone, eles poderão te acolher e direcionar para um processo de cuidado em todos os sentidos.

    Deixo como sugestão, que você também ligue no Centro de Valorização a vida (CVV) no numero 188, são voluntariados que funcionam de forma gratuita e 24h, eles poderão te acolher, direcionar e também fazer parte da sua rede de apoio.

    Por agora, pequenos passos precisam ser dados para estabelecer uma rede de apoio e cuidados para você e com você. Após ter contato com essas redes, você verá que novas linhas de ajuda irão surgir.

    No momento, você pode não estar conseguindo entender a sua importância e valorosidade. Porém, agora é um momento para você pensar em você e em novos caminhos para serem percorridos.

    Não será rápido e nem fácil, mas seja persistente... Estaremos a disposição para auxílios e duvidas.

  • Ansiedades

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    @Leite2024byp
    Olá!

    Procedimentos cirúrgicos são exaustivos, invasivos e amedrontam por diversas questões... Não sei qual procedimento você realizou exatamente, mas seu espaço foi invadido e essa situação pode gerar muito desconforto e sofrimento.

    O processo exige muita energia psíquica antes, durante e após toda a ação e independente da região, do momento de vida ou da intensidade que o processo foi, poderá existir pensamentos e sentimentos desorganizados e negativos.

    Deixo como sugestão, que você encontre um profissional da saúde mental para te acompanhar a longo prazo e te acolher de forma mais efetiva. Assim, será melhor para você encontrar ferramentas para lidar com os seus pensamentos, sentimentos e comportamentos em um momento tão delicado.

  • Angústia de separação de casal

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    @Nei80
    Olá!

    Ocorreram atos que podem gerar raiva, decepção, traumas e muitas emoções em ambos. Sentimentos que são, no contexto, interpretados de forma negativa... Cada um tem uma bagagem de vida e irá lidar com a situação de forma diferente.

    Por este motivo, sugiro que você de um espaço de tempo, antes de entrar em contato para resolver a situação...

    Tudo ocorreu recentemente, ela pode ainda estar digerindo o que aconteceu e não querer contato por agora... Não sabemos de fato a reação dela após os atos, mas, será importante respeitar o espaço que ela está impondo.

    Durante esse tempo, seria interessante você refletir sobre os acontecimentos. Lembrando, que todo ato tem a sua consequência e não conseguimos mudar o que já aconteceu, mas, é possível mudar hábitos e comportamentos para que nada ocorra novamente.

    Ter o "temperamento esquentado" talvez não seja a forma mais saudável para lidar com as relações e pensando no seu bem-estar, deixo como sugestão você iniciar a terapia individual a longo prazo, para cuidar de você mesmo e desenvolver habilidades para lidar com suas emoções e situações.

    Como segunda opção, você poderá sugerir a terapia de casal, onde vocês podem realizar juntos e identificar comportamentos, pensamentos e situações que podem ser mudados para manter uma relação saudável.

    Por agora, procure ajuda terapêutica, reflita sobre tudo o que vem acontecendo e o que aconteceu para depois encontrar formas de resolver a situação.

    Encontre técnicas de relaxamento para aliviar a ansiedade e estresse que podem estar sendo gerados, neste momento.

  • Dificuldade

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    @maria
    Olá!

    O ideal seria iniciar um acompanhamento terapêutico com a abordagem Terapia Cognitiva Comportamental, para compreender o seu contexto de vida, quais raízes essa dificuldade possui e quais ferramentas poderiam ser adequadas para você, dentro da sua realidade.

    A principio, você pode se organizar antes das apresentações...

    Encontrar ferramentas que te tragam segurança, estímulos para você desenvolver um raciocínio e encontrar um ponto de segurança no ambiente físico.

    Sugiro que você faça uma lista com a ordem dos tópicos (assuntos), em ordem logica da apresentação e em seguida, escreva na frente dos tópicos os seus conhecimentos sobre o assunto. Assim, o seu cérebro se adaptará ao assunto, te ajudando a criar estímulos para criar uma linha de raciocínio.

    Prepare uma apresentação com palavras especificas, ao qual também poderão ser um estimulo para trazer lembranças sobre uma linha de raciocínio, no momento da apresentação...

    Outra alternativa, seria você treinar com pessoas próximas a você, como os familiares, amigos e para você mesma. Te ajudará a ter o contato para se adaptar aos poucos com a atenção de outras pessoas em você.

    Se ouvir apresentando, também pode ser uma forma de encontrar pontos de melhorias em sua fala ou na forma de apresentação.

    Encontrar no ambiente um ponto de segurança seria importante... Ter uma pessoa presente que poderá te auxiliar caso necessário... Olhar fixo para um ponto/pessoa enquanto apresenta, para não focar sua atenção nas outras pessoas te observando.

    Antes de iniciar as apresentações, você pode realizar técnicas de respiração ou relaxamento para aliviar a ansiedade e o estresse que o momento gera.

    As vezes, não conseguimos identificar sozinha o ponto que realmente precisa ser trabalhado, achamos que é algo em nós, mas na verdade pode ser a forma que você conduz/produz, o ambiente, a sua rotina anterior a apresentação que podem contribuir para a ansiedade e outros pontos...

    Quando puder, sugiro que inicie um acompanhamento para desenvolver essa habilidade.

  • me sinto tao triste e frustrada

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    @millecqr
    Olá.

    Sugiro que você inicie o seu cuidado buscando por psicólogos com a abordagem Terapia Cognitiva Comportamental, para te auxiliar neste momento de vida em que você está.

    Iniciando o acompanhamento terapêutico, o profissional pode avaliar de forma aprofundada e ser for necessário, realizar encaminhamentos.

    Qualquer dúvida, estaremos a disposição!